segunda-feira, 24 de abril de 2017

Volta da revolta da bivolta da tolva

Resolvi voltar a "postar". Tem muito post transformado em rascunho aqui...
E tem muita coisa a ser dita !

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Muitas novas

Alor pessoal muitas novas minha vida absolutamente nao é nada do que foi meu filho semana que vem faz 1 ano! estou casada há 5 anos! voltei a morar na minha cidade que deixei há 17 anos! estou distante de amigos, fisico e completamente, que jamais pensei deixar. eu, atualmente, sou mãe, dona de casa e não, jurista, mother fucker, que sempre fui sou grata ao meu marido por me permitir, e sustentar, isso percebi, que sou pessima filha dizem que nos tornamos filhos, quando somos pais, e pais quando somos avós eu espero dar uma infancia feliz ao meu filho e abraço ele, amo ele, tiro sonecas com ele, tudo com ele, sabendo que um dia ele vai querer distancia de mim... as vezes olhos pra ele e choro, por esse tempo passar muito rapido é rapida felicidade...dura alguns segundos o esquecimento esse dura pra sempre!

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Eu te dou a minha paz, eu te deixo em paz.

Como relatei no post anterior, eu estava com aquela sensação de que deveria dizer ao meu avô que eu perdoava ele.
Fui para a casa dos meus pais no dia 19/07 e na terça dia 22/07 fui a casa do meu avô, ele estava mal, no oxigênio, enfim, 19 anos de cama, ele não me reconhecia, mas eu falei pra ele: "vô vai em paz, eu te perdoo e quero teu bem". Só.
Cheguei hoje cedo as 06hs em Porto Alegre, as 07hs meu pai me ligou dizendo que meu avô tinha falecido.
Depois disso sonhei com ele, ele me perguntava por que eu tinha perdoado ele, ele não lembrava o que tinha feito pra mim, e eu lembrei ele que não ele não tinha exatamente feito nada de ruim, mas que tinha me magoado muito, e que essa magoa, eu deixei pra lá.
Hoje, desejo vô Bruno, que tu tenha paz, acredito que tu tenha pago tua dívida aqui já, nesses teus 19 anos na cama, e espero que tu seja luz.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Eu sonhei noite passada, que meu avô estava morrendo. Ele desistia de viver, e sofria um ataque. Eu chorava muito e pedia por favor, para dizerem para o meu avô segurar firme até eu chegar.
Um tempo depois minha avó dizia que sentia meu avô ficar quente novamente.

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Minha tia me contou hoje que meu avô teve um ataque/espasmo/sei-lá-o´que, ontem a noite, ele no oxigênio e até as 17h50 dormia, desde ontem.


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Eu não posso dizer que amo meu avô, tivemos uma relação conturbada, cheia de ressentimentos da minha
parte e pouca demonstração de afeto da dele.

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Ele foi me buscar na maternidade com um maverick branco, e me chamava de branca de neve. Disso não lembro, e acreditem, essa é a memória mais afetiva que tenho dele. E eu não lembro.

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Sempre achei que ele estava demorando muito pra morrer (oh, vocês não viram nada do que penso e posso dizer para as pessoas, posso sim ser cruel se quiser). Ele teve um derrame e está de cama há 19 anos. Tem 79 anos de idade.

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Não sei por que agora estou sentindo a necessidade de dizer a ele que perdoo ele, que todas as vezes que ele me tratou mal, que me ignorou, que preferiu dar carinho para outras crianças, cujas mães ele queria comer, que hoje, eu não me importo mais com isso.

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Não sei se ele vai viver até o final do mês. Talvez eu nunca posso dizer isso pra ele.