Eu gosto de rotina, acho que nao limita a vida, organiza. É importante se permitir sair dela quando necessário também.
Minhas manhãs começam as 06hs, chamo meu pequeno que estuda de manhã e pergunto quantos minutinhos ele ainda precisa para acordar, eram 10, hoje ele já pede 50 ou dependento o dia 300 minutinhos.
acordo tem um café passado me esperando e mesa posta, tomo café, arrumo nossas lancheiras (passo o dia fora e o pequeno estuda), carrego todas as mochilas para o carro.
passo alguns minutos dando uma conferida na minha hortinha, flores, gato, ou algo para fazer, deixar organizado.
07hs chamo o pequeno, que infelizmente nao toma café em casa, mas chegando no colégio tomam café da manhã, nos arrumamos, arrumo cama, uma organizada rapida na sala, 07h30 saimos, deixo ele na escola, agora com um rapidissimo beijo no topo da cabeça com muita pressa por parte dele.
cada um com seu dia, nos reencontramos final da tarde...
Vinagrelândia
Coisas azedas do nosso dia a dia. (as doces também)
quarta-feira, 19 de março de 2025
terça-feira, 11 de março de 2025
meias estações
Depois de dias, semanas de calor insuportável, daqueles que nem se cogitava existir longe de ar condicionado, finalmente, se aproxima minhas estações favoritas: as amenas
ontem cheguei em casa, meu marido estava limpando o canteiro dos moranguinhos, castigados pelo sol, eu fui plantar alface, almeirão, couve flor e couve manteiga nas sementeiras, para depois que virarem mudinhas, transplantar para o canteiro. Meu pequeno H. ajudando recolhendo grama seca para jogar nos canteiros, o gato correndo feito um doido por todos os cantos e pulando na gente. O gramado cortado, um suspiro de satisfação por dias assim.
depois ainda sobrou um tempinho, tinha secado sementes de pessego, quebrei cuidadosamente o caroço e lá estava a sementinha delicada, plantei 3 delas em vazos na grandiosa esperança que me dêem uma arvore gigantesca. tem outra forma de plantar pessego, comprando as mudinhas já prontas, eu nao vou pelo mais fácil não, eu amo o processo.
faço sementes de quase tudo, algumas coisas dão muito bem, ta lá meu pé de fruta do conde, maracuja, limão, toranja lindamentes carregadas e vindas de frutas que eu consumi.
tem muita coisa que nao dá certo, ou deu certo e por algum motivo, secou ou morreu. Continuo tentando...
ontem cheguei em casa, meu marido estava limpando o canteiro dos moranguinhos, castigados pelo sol, eu fui plantar alface, almeirão, couve flor e couve manteiga nas sementeiras, para depois que virarem mudinhas, transplantar para o canteiro. Meu pequeno H. ajudando recolhendo grama seca para jogar nos canteiros, o gato correndo feito um doido por todos os cantos e pulando na gente. O gramado cortado, um suspiro de satisfação por dias assim.
depois ainda sobrou um tempinho, tinha secado sementes de pessego, quebrei cuidadosamente o caroço e lá estava a sementinha delicada, plantei 3 delas em vazos na grandiosa esperança que me dêem uma arvore gigantesca. tem outra forma de plantar pessego, comprando as mudinhas já prontas, eu nao vou pelo mais fácil não, eu amo o processo.
faço sementes de quase tudo, algumas coisas dão muito bem, ta lá meu pé de fruta do conde, maracuja, limão, toranja lindamentes carregadas e vindas de frutas que eu consumi.
tem muita coisa que nao dá certo, ou deu certo e por algum motivo, secou ou morreu. Continuo tentando...
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025
Digamos que tenho sonhado com uma vida mais rural ainda, na verdade o sonho seria assim:
Construir uma casa/cabana/bunker, auto sustentável, com isolamento térmico, sem energia, agua na propriedade, essa sim pode ser encanada, por que ficar puxando baldes e baldes de água não né (to assistindo muito Isolados no Alasca). Uma cabana de pedras e madeira seria formidável. Forno e fogão a lenha, um porão para sistema de refrigeração de alimentos.
Praticamente todo alimento vir da propriedade, encher de arvores frutiferas, plantação de tudo e mais um pouco.
Contato com pouquissimas, raras, escolhidas, quase nenhuma outras pessoas.
Impedimento, é uma decisão familiar, conjunta, onde até o momento só uma pessoa tem interesse.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025
todas as coisas doidas...
Todas as coisas doidas feitas doidivaniamente, se foram. Porém o pulso ainda pulsa, ainda há vida neste corpo.
Hoje coisas tão diferentes tem prioridade, a mais importante delas tem uma mãozinha pequenininha com pequenas covinhas na parte superior, um humor aflorado inventa as próprias piadas ou quando ouve uma corre me contar, um cheirinho que me faz querer voltar todos os dias correndo para casa, cada minuto longe insuportável, as videos chamadas para ver se já almoçou com o pai, se ja escovou o dente tão apressadas.
Então, quando enfim chego em casa, brigo, tema nao está feito, sujou todos os copos, não andou de bici...
Ele me olha com aqueles enormes olhos esverdeados, e meu coração se aperta. A infância dele está passando muito, muito rápido.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Chuva+trovões=nostalgia
Quando criança, eu ficava horas sentada enfrente a porta de vidro da sala olhando pra chuva e ouvindo os trovões. Era como assistir um filme. Não lembro em que eu pensava, no mínimo imaginando coisas, histórias, eu ser outra pessoa e viver em outro lugar, vê? Eu fui uma criança feliz, porém a melancolia sempre esteve em mim.
Me lembro de passar sentada enfrente a porta, e minha mãe trazer um pratinho com bolachinha salgada (aquele biscoito cream cracker) e geleia de uva em cima e a minha pequena xícara branca de porcelana com florzinhas rosas, já lascada na alça, com café com leite sem açúcar.
Minha mãe era costureira e ficava em casa, trabalhando, as vezes quando não estava com muitas encomendas ela sentava comigo e ficávamos vendo a chuva juntas.
Essa é uma das melhores lembranças que tenho da minha infância (e são muitas boas lembranças).
Lembrei disso, por que hoje está chovendo assim, uma chuva bonita, com muitos trovões.
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